Sempre as palavras em roda,
girando nessa ciranda solar,
lunar, infinita e sistemática de crises.
É a vida muda que segue seu curso,
natural em todos os atos.
Todos os dias esse levantar e deitar
lavar-se, pentear-se, escovar os dentes
e essas presas em fúria
disfarçadas de sorrisos.
A banal e cotidiana vida
sem mistérios e sem misticismos,
alicerçada sobre esta horrenda
argamassa a que chamamos o Amor.
quinta-feira, 14 de setembro de 2017
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