O violeta das árvores
tinge o azul do céu
em pleno verão com uma cantiga
monótona de cortejo fúnebre.
Sob o calor as flores roxas
riem do alegre sol e desafiam-no
com seu manto violáceo
do qual se vestiu a verde árvore.
Princesa entre as demais copas,
impassível à brisa jocosa,
diz ao sol quer quer ser
primavera em pleno verão,
por isso se vestiu de roxo
a ostentar seu luto pela estação que se foi.
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Assinar:
Postar comentários (Atom)
A poesia é essa água que escorre pela boca e d esce pelas bordas rompendo a barreira dos lábios. Diz e não diz f abula mundos intangív...
-
Difícil resumir em poucas linhas, quiçá em poucos parágrafos trinta e nove anos de vida. Nem de perto passou por minha cabeça essa possibil...
-
Preciso limpar os meus olhos do fel social, desaprender a olhar para enxergar de verdade praticar o gesto do desaprender e contem...
-
À pequena flor do Quênia A menina escondeu-se na sua carteira escolar. Ocultou-se nas trincheiras de seus dedos. Os livros pesavam como...
Nenhum comentário:
Postar um comentário