Nuvens neblinadas de cinza prata
cobrem meus olhos escuros de noite.
Céu laminado de luz qual navalha
entrebrilhante a rapar branca espuma face
em movimento retilíneos.
Desce cortando veia sangue
meu pescoço sanguinolento lento
lentamente, laminarmente a
esperança nauseabunda do nada.
Fatiamente em espirais a íris
descendo o vermelho sangue a
tingir as nuvens pratas de
céu brilhante em lascas chamejantes.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
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